Publicado em Durante², Segunda Vez: Holanda, Viagens²

Viagem: Budapeste, Viena e Frankfurt (Parte 6)

Quinta – 27 de Novembro de 2014

Querido Diário,

Essa é a última parte dessa viagem, prometo. Nem devia ter ficado tão longa, mas acho que falo demais. Enfim, serei sucinta. Terminei o outro post falando que pegamos um trem de Viena para Frankfurt. A viagem durou por volta de 10h e chegamos na estação de Frankfurt às 6h da manhã. Fomos direto pra praça de alimentação e nos apossamos de uma mesinha perto de uma tomada.

Só às 9h decidimos sair e andar pelas redondezas. Pegamos um locker pra colocar nossas mochilas e saímos. O locker que pegamos custou uns 4 euros, mas tem outros de tamanhos diferentes, o preço depende do tamanho. Pegamos um médio pra caber as minhas coisas e as da Beea, e você pode deixar lá por 24h. Mas não pode ficar abrindo e fechando, ou coloca as coisas lá e deixa quieto, ou tem que pagar de novo se abrir.

As ruas ainda estavam meio desertas quando saímos, e as lojas pelo caminho fechadas. Os turistas estavam concentrados na Praça Romer, e só passamos muito tempo lá porque nunca conseguia tirar uma foto decente, sempre tinha alguém no meio. Os prédios na praça são bem bonitinhos e é lá que fica a antiga prefeitura. Lá tem também restaurantes e várias lojinhas de souvenirs.

Depois de lá fomos andando até um shopping que tem um “buraco” de vidro. Não sei como explicar o que é, então melhor só olhar nas fotos mesmo. Na rua do shopping tem várias lojas e restaurantes (achei um Dunkin Donuts), tava bem movimentado. Além do buraco, o shopping tem banheiro e wifi de graça.

Buraco visto de fora.
Buraco visto de fora.
Visto por dentro
Visto por dentro

Passamos pela igreja Dom no caminho pro rio Main. De lá voltamos caminhando pra estação, meu joelho tava doendo das andanças e passamos o resto da tarde lá dentro, comendo e vendo seriado (lá tem wifi de graça, e baixei o app do Netflix no celular).

No fim da tarde pegamos um ônibus pra Düsseldorf, que tinha wifi, mas não tinha tomada. Acho que não se pode ter tudo, né? Em Düsseldorf escolhemos sentar no McDonalds da estação pra esperar o que a gente achava que seria um trem, que ia nos levar de volta pra Eindhoven.

Como as informações do trem não estavam aparecendo na tela, fomos ao balcão de informações e só aí descobrimos que na verdade a gente ia sair de lá de ônibus. Já estava em cima da hora e tivemos que sair correndo da estação até a parada do bus, que era a mesma onde descemos quando chegamos de Frankfurt. E ó, foi por pouco que não perdemos o ônibus, ele chegou na parada menos de um minuto depois da gente, e logo que todo mundo subiu, saímos.

Os lugares eram marcados e o bus tinha dois andares. Tinha wifi, mas pedia senha e eu não quis ir atrás do motorista pra perguntar. Chegamos na estação de Eindhoven às 23h30 e viemos direto aqui pra minha casa dormir. Fim!

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Autor:

Sou uma daquelas que escreve, apesar de não me considerar uma escritora. Sou viciada em intercâmbios, professora de Inglês, estudante de Letras e dona da Yuki.

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