Publicado em Au Pair, Durante, Primeira Vez: EUA

Voltando pra Casa – Parte 1

Terça – 23 de Julho de 2013

Querido Diário,

Finalmente vim aqui contar como foi a minha saga pra voltar pra casa. Minha extensão acabou no dia 12 de Junho e a minha viagem de volta foi marcada pro dia 11 de Julho. Só que eu moro em Fortaleza e a APC não marca voos pra lá, o mais perto era indo pra São Paulo. Preciso dizer que, quando é a hora de marcar o voo de volta, você vai ter que ir no seu Au Pair Room pra fazer a solicitação. Daí eles perguntam de onde você vai estar saindo (qualquer lugar dos Estados Unidos serve) e pra onde você vai (não precisa ser de volta pro Brasil, você pode escolher entre aeroportos pelo mundo todo).

O lance é que eles não oferecem a chance de você viajar pra todo e qualquer canto do mundo, eles têm uma lista de aeroportos e as minhas cidades (tanto Jacksonville, quanto Fortaleza) não estavam disponíveis na lista. Por isso eu tive que sair de Raleigh e ir pra São Paulo. Mas não foi tão simples assim…

Saímos de Jacksonville mais ou menos às 12h de quinta, dia 11, e chegamos em Raleigh umas 14h30, no máximo acho. Fomos despachar as malas, e paguei $150 pela terceira mala. Lembrando que viajei de UNITED/TAM (Raleigh – Washington Dulles pela UNITED e Washington Dulles – São Paulo pela TAM, mas operado pela UNITED). Daí o cara que fez meu check in foi bem legal e deu pra minha hosta um papelzinho pra ela poder ir até o portão de embarque comigo.

Meu voo era pra ter saído de Raleigh às 16h54, mas o avião só chegou lá no aeroporto uma hora depois. Eu nem me preocupei com esse atraso, porque o meu voo ia sair de Dulles só às 22h10… IA né. Cheguei lá em Dulles umas 19h30, por aí e fui atrás do meu portão de embarque. Fiquei lá usando o computador e já ouvindo a galera falando em Português até a hora de entrar no avião, que estava atrasado também.

Como eu tinha dito, o avião era pra ter saído às 22h10, mas a essa hora nós ainda estávamos entrando nele. Pra piorar a situação (e MUITO), estava chovendo, com raios e tudo, daí o pessoal que trabalha lá fora não podia sair porque estava perigoso por causa dos raios, daí todos os aviões que iam sair por aquela hora, tiveram que ficar esperando pra ver se as condições melhoravam, se diminuíam os raios ou se a chuva passava. E aí ficamos nós, dentro do avião, esperando…

Uns 45 minutos depois, o comissário/copiloto/alguém, foi avisar que a tempestade estava se movendo.. mas na nossa direção! Que beleza. Esperamos mais. E esperamos. Pra ter noção, ficamos umas SEIS HORAS dentro do avião parado. Pior é que, quando eles liberaram pro avião decolar, ainda ficamos uns 40 minutos esperando, pra eles virem avisar que tiveram problemas mecânicos ou sei lá e a gente não ia mais voar.

Nisso já era sexta, dia 12, por volta de 4h da manhã.

E a saga continua amanhã.

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Autor:

Viciada em intercâmbio, professora de Inglês, estudante de Letras e dona de uma cachorra chamada Yuki. Uma daquelas que escreve, acumula livros e nunca ganha sorteios.

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