Publicado em Au Pair, Durante, Primeira Vez: EUA

1 Ano Depois: Brasil e Alfândega

Sexta – 19 de Outubro de 2012

Querido Diário,

No post de segunda-feira eu falei sobre a minha decisão de estender o programa, no post passado eu falei sobre o que eu precisei fazer pra estender e hoje eu vou falar sobre a minha viagem de férias pro Brasil e como foi passar pela alfândega.

Eu não tomei nenhum procedimento especial na minha viagem. Só avisei a minha LCC que estava indo e fui faltando uns 3 meses pro meu visto expirar. Levei passaporte – claro – meu DS (o primeiro DS, não o novo da extensão), I-94 (que tem que ser recolhido por alguém do aeroporto antes de você sair dos EUA, na volta eles dão outro) e acho que levei também outros papéis, só pra garantir, como a carta que a agência dá pra você mostrar o pessoal da imigração.

Nós temos direito a 10 dias de férias remuneradas no ano, quando eu fui pro Brasil, eu usei 7. Saí daqui numa quinta e só voltei no domingo da outra semana. Como eu não trabalho em fim de semana, esses 4 dias não foram descontados.

Aproveitei e levei pro Brasil algumas coisas que eu não estava usando aqui. Não levei muita coisa porque não queria carregar muita mala e ainda tava levando um videogame que meu irmão pediu. Por acaso, pensei que meu irmão era o único que sabia que eu estava indo pro Brasil e cheguei lá achando que ia fazer uma surpresa pra todo mundo mas, no fim das contas, eles que me surpreenderam. Meu irmão contou pra minha família que eu tava indo e eles estavam me esperando em casa. Apesar de eu ter xingado meu irmão por isso, foi legal até.

Eu cheguei pelo aeroporto do Rio de Janeiro e acabei tendo que passar pela alfândega. Ninguém me mandou ir pra lá, eu fui só seguindo a galera e quando percebi já estava de cara com as máquinas de raio-x. Me tremi todinha. Eu tava carregando o videogame, meu netbook, um kindle pro meu irmão e meu nook. Além da minha câmera.

Me pediram pra tirar o netbook e o videogame. O netbook foi comprado na Espanha em 2010, mas como eu não tinha a nota fiscal, o cara alegou que não sabia se eu paguei imposto ou não por ele quando eu voltei e aí queria me cobrar. Eu fiquei indignada, disse que não sabia que netbook era taxado e zás. Daí ele disse que se o netbook fosse voltar comigo pros EUA, ele não ia taxar. Eu disse que sim, que só o que ia ficar era o videogame, daí ele deixou eu ir. Mas saí enfurecida, pra mim netbooks eram considerados como bem pessoal e não deveriam ser taxados.

Já a volta, pelo contrário, foi bem tranquila. Eu já sabia o que esperar, então foi fácil explicar as coisas lá pro carinha da imigração. A única coisa que ele perguntou é o que eu fui fazer no Brasil e porque eu não fui antes. Daí eu disse que eu queria visitar a minha família e que eu não tive como ir antes.

Na alfândega, tive só que entregar o formulário que você preenche no avião e passei direto. Mais tranquilo que isso não podia ser. O problema é sempre a demora, acho que demorei bem uma hora só esperando na fila da imigração. Por isso que, tanto na ida pro Brasil, quanto na volta pros EUA, eu coloquei muito tempo de intervalo entre meus voos. Prefiro ficar entediada e esperando horas pra viajar do que ter que fazer tudo correndo e com risco de perder o voo seguinte.

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